{"id":19244,"date":"2022-10-29T06:47:34","date_gmt":"2022-10-29T09:47:34","guid":{"rendered":"http:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/?p=19244"},"modified":"2022-10-29T06:47:46","modified_gmt":"2022-10-29T09:47:46","slug":"festival-de-musica-de-penedo-se-consagra-como-um-dos-maiores-eventos-do-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/festival-de-musica-de-penedo-se-consagra-como-um-dos-maiores-eventos-do-nordeste\/","title":{"rendered":"Festival de M\u00fasica de Penedo se consagra como um dos maiores eventos do Nordeste"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1154\" height=\"755\" src=\"https:\/\/i1.wp.com\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/a17.jpg?fit=1024%2C670\" alt=\"\" class=\"wp-image-19245\" srcset=\"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/a17.jpg 1154w, https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/a17-300x196.jpg 300w, https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/a17-768x502.jpg 768w, https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/a17-1024x670.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 1154px) 100vw, 1154px\" \/><figcaption>Assessoria<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p> A edi\u00e7\u00e3o 2022 do Festival de M\u00fasica de Penedo movimentou a economia da cidade, quebrou barreiras geogr\u00e1ficas e hist\u00f3ricas, promoveu a acessibilidade e a gratuidade para a popula\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ter sido a mola propulsora de diversos acontecimentos marcantes nos campos da arte, educa\u00e7\u00e3o e cultura na comunidade. Tendo em vista o retorno do trabalho desenvolvido e pelo sucesso alcan\u00e7ado, o Festival, hoje, \u00e9 considerado um dos maiores e melhores eventos do Nordeste.<br><\/p>\n\n\n\n<p>O Festival \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), atrav\u00e9s do Centro de Musicologia de Penedo, em parceria com Governo do Estado de Alagoas e Prefeitura Municipal de Penedo, Patroc\u00ednio Sebrae. Como parceiros, temos o Laborat\u00f3rio de Musicologia (Lamus), Centro de Estudos de Sociologia e Est\u00e9tica Musical (Cesem), Confedera\u00e7\u00e3o Musical Portuguesa, Arizon State University, Miami University, Rep\u00fablica Portuguesa, Bureau de Comunica\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria, tendo como bolsistas os estudantes de Jornalismo e Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas, Jamerson Soares e Servio T\u00falio; Keka Rabelo Comunica\u00e7\u00e3o e a Ag\u00eancia Experimental de Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas da Ufal (Agerrp-Ufal).<br><\/p>\n\n\n\n<p>Durante os quatro dias de evento, que come\u00e7ou no dia 19 e terminou no dia 22 de outubro, os penedenses prestigiaram recitais, workshops, shows musicais, retretas, oficinas, blocos de frevo, desfiles de bandas, concertos abertos e did\u00e1ticos com m\u00fasicos e professores de Alagoas, S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Estados Unidos, Portugal, Bahia, entre outros.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Foram realizadas 27 oficinas instrumentais e especiais, 20 atra\u00e7\u00f5es e shows, com a participa\u00e7\u00e3o de mais de 100 artistas e profissionais da m\u00fasica, incluindo equipe de som, maquin\u00e1rio, ilumina\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o dos artistas.<br>As redes sociais do Festival tamb\u00e9m foram movimentadas com stories, que chegaram a quase mil visualiza\u00e7\u00f5es por dia, postagens e coberturas de cada a\u00e7\u00e3o e atividade realizadas em Penedo. No total, durante o festival, o alcance no Instagram do evento chegou a 6.449. Em 14 dias, contando 10 dias antes do festival e os 4 dias de evento, foi de 12.549. Em 30 dias, foi de 13.193. Quase 800 pessoas come\u00e7aram a seguir o perfil do Instagram do Festival.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Esses convidados foram acolhidos e tiveram seus trabalhos banhados pelo Velho Chico, que, t\u00edmido, quieto, ouvia e contemplava a magia das centenas de instrumentos que caminhavam pelas ruas hist\u00f3ricas de Penedo. Em todos os mais de seis locais de cultura, a exemplo do Largo de S\u00e3o Gon\u00e7alo, o Teatro Sete de Setembro, as igrejas, a Casa de Aposentadoria, o Centro de Conven\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da pr\u00f3pria rua, havia um p\u00fablico diversificado e participativo. Mais de 3 mil pessoas, entre turistas, moradores, transeuntes e convidados, estiveram presentes no Festival.<br><\/p>\n\n\n\n<p>O evento foi um sucesso porque, al\u00e9m de estimular a inclus\u00e3o e a forma\u00e7\u00e3o educacional de mais de 600 participantes de oficinas, tamb\u00e9m foi agente social de transforma\u00e7\u00e3o e um ponto essencial de solidariedade. Um dos resultados que se pode citar, \u00e9 a coleta e distribui\u00e7\u00e3o de 300 kg de alimentos \u00e0s institui\u00e7\u00f5es sociais da cidade.<br><\/p>\n\n\n\n<p>As atividades pedag\u00f3gicas tamb\u00e9m geraram mais de 500 certifica\u00e7\u00f5es e mais de 6 mil horas registradas. Al\u00e9m do show de abertura protagonizado por Guilherme Arantes, um dos m\u00fasicos e cantores mais renomados do Brasil, que emocionou mais de 700 pessoas presentes no audit\u00f3rio do Centro de Conven\u00e7\u00f5es. Nesse mesmo local, 450 estudantes da rede p\u00fablica de Penedo tamb\u00e9m se animaram com a Orquestra dos Meninos de S\u00e3o Caetano (PE), sob reg\u00eancia do maestro Mozart Vieira.<br><\/p>\n\n\n\n<p>O Festival foi dividido em tr\u00eas programa\u00e7\u00f5es: a pedag\u00f3gica, composta por forma\u00e7\u00f5es em diversos instrumentos e assuntos, como o fagote, a percuss\u00e3o, trompete, trombone, flauta, canto coral, dan\u00e7a, dentre outros; a cient\u00edfica, com a realiza\u00e7\u00e3o o I F\u00f3rum Afro-brasileiro Musical do Velho Chico, o III F\u00f3rum Alagoano de Educa\u00e7\u00e3o Musical e o V Encontro Cemupe de Musicologia, publica\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas na revista Musifal, e o Encontro de Maestros do Movimento Viva a Banda.<br>E a art\u00edstica, com a Feira de M\u00fasica, que promoveu a apresenta\u00e7\u00e3o da Banda de P\u00edfano Esquenta Mui\u00e9 (AL), o Palco da M\u00fasica, que trouxe m\u00fasicos como Maestro Spok (PE), grupo Garagem (BA), Mel Nascimento (AL), Rafaela Quintino (AL), Iberian Ensemble (Portugal), Lucas Thomazinho, Quinteto Olympea e muito mais.<br>Uma grande estreia no Festival tamb\u00e9m foi a I Mostra de M\u00fasica Autoral do Velho Chico, que levou ao palco do Centro de Conven\u00e7\u00f5es 14 compositores e cantores de Alagoas. As composi\u00e7\u00f5es escolhidas foram apresentadas para os mais de 50 presentes. Outra grande reestreia foi a volta da Orquestra da Ufal aos palcos ap\u00f3s quase tr\u00eas anos de pandemia, em que estavam sem realizar apresenta\u00e7\u00f5es.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Para Marcos Moreira, coordenador do Festival, o evento foi um sucesso e houve momentos emocionantes, como o cortejo afro do grupo Ab\u00ed Ax\u00e9, do campus Sert\u00e3o-Ufal. Ele acredita que todas as atividades foram destaques e incentivaram ainda mais a uni\u00e3o entre as diferentes vertentes.<br>\u201cEsta edi\u00e7\u00e3o foi uma das melhores edi\u00e7\u00f5es que j\u00e1 tivemos em Penedo. Foi um marco extraordin\u00e1rio para mim e para quem sonhou comigo. N\u00e3o estive sozinho nessa, constru\u00edmos e realizamos de forma coletiva, sempre utilizando de diversas m\u00e3os para sustentar a cultura musical na cidade\u201d, disse o professor, que tamb\u00e9m revelou qual foi a ocasi\u00e3o que o deixou emocionado.<br><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTeve v\u00e1rios momentos que eu me encantei, como o cortejo do grupo Ab\u00ed Ax\u00e9, o frevo de rua provocado pelos maestros Mozart e Spok. Mas o que me deixou com l\u00e1grimas nos olhos, foi ver as 450 crian\u00e7as da rede p\u00fablica de Penedo presentes no Centro de Conven\u00e7\u00f5es. Havia crian\u00e7a que nunca tinha pisado em um teatro e nunca tinha visto um concerto. Para mim isso foi gratificante\u201d, afirmou Marcos Moreira.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recorde de ocupa\u00e7\u00e3o hoteleira e consumo<\/strong><br>Durante os dias de festival, houve um grande aumento na ocupa\u00e7\u00e3o hoteleira e no consumo em locais de alimenta\u00e7\u00e3o da cidade. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Secretaria Municipal de Turismo (Setur) de Penedo. A taxa de ocupa\u00e7\u00e3o chegou a 92%, do dia 18 ao dia 23 de outubro.\u00a0Em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado, a utiliza\u00e7\u00e3o de 561 vagas de hot\u00e9is e pousadas \u00e9 recorde, sem contar os 150 m\u00fasicos dos diversos grupos convidados que foram acolhidos em alojamentos.\u00a0Ainda segundo a Setur, oito restaurantes e pizzarias foram avaliados com m\u00e9dia de aumento de consumo de, aproximadamente, 45% no per\u00edodo de quarta (19) at\u00e9 s\u00e1bado (22), \u00faltimo dia do evento.<strong>Cadeia produtiva do Festival<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p>Para a produ\u00e7\u00e3o e a execu\u00e7\u00e3o de um evento de grande porte como o Festival de M\u00fasica de Penedo, houve muito trabalho, suor, m\u00e3os levantando pesos de cadeiras, mesas, organizando o som, os palcos, e bra\u00e7os unidos, com os \u00fanicos objetivos de celebrar a diversidade e registrar a mem\u00f3ria cultural de uma comunidade.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Centenas de pessoas trabalharam para manter o Festival durante os quatro dias. Cerca de 20 monitores dos cursos de Teatro, M\u00fasica, Dan\u00e7a, Turismo, Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, de Macei\u00f3 e Penedo, foram selecionadas para ajudar no evento. Al\u00e9m disso, teve tamb\u00e9m a participa\u00e7\u00e3o dos professores e estudantes de M\u00fasica da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), com o apoio da professora D\u00e9bora Borges, coordenadora do curso, e do professor Fl\u00e1vio Ferreira, vice-coordenador.<br>Anna Rodrigues foi a produtora do Festival e desde edi\u00e7\u00f5es anteriores exerce a fun\u00e7\u00e3o. Segundo a produtora, este ano o festival cresceu e se desenvolveu, e que foi um grande desafio.<br>\u201cPara a produ\u00e7\u00e3o foi um desafio trabalhar com os diversos lugares, pessoas e atra\u00e7\u00f5es. Sempre acreditei que produzir \u00e9 lidar com relacionamentos. P\u00fablico, artista, governo, fornecedor, equipe, pessoas das mais diversas, mundos dos mais complexos. Esse festival me mostrou que a for\u00e7a da m\u00fasica est\u00e1 nas pessoas\u201d, disse Anna Rodrigues.<br>Outra pessoa que dirigiu os palcos montados tanto no Largo S\u00e3o Gon\u00e7alo quanto no Centro de Conven\u00e7\u00f5es, foi Jo\u00e3o Carlos. Ele \u00e9 produtor e diretor de palcos. Para o profissional, foi uma honra fazer a produ\u00e7\u00e3o de palco do grande artista Guilherme Arantes, como tamb\u00e9m do saxofonista Derico Sciotti, e tamb\u00e9m disse que o norte para uma boa produ\u00e7\u00e3o \u00e9 o profissionalismo.<br>\u201c\u00c9 de suma import\u00e2ncia a gente ter uma vis\u00e3o diferenciada para poder atender esses profissionais da m\u00fasica, que j\u00e1 vem h\u00e1 anos realizando os trabalhos. E quando eles v\u00eam para Alagoas, os artistas querem o m\u00ednimo de profissionalismo. Ent\u00e3o, o diretor de palco serve para isso, para deixar os artistas \u00e0 vontade. A gente prepara todo o terreno para que o artista se desenvolva da melhor forma, com amor e carinho. Todos os artistas que passaram por esse palco foram tratados muito bem. Me sinto lisonjeado em participar e contribuir para o sucesso do festival\u201d, disse.<br>Davi Jonas, m\u00fasico e professor de canto, tamb\u00e9m participou da organiza\u00e7\u00e3o do evento. A fun\u00e7\u00e3o dele foi de assistente de produ\u00e7\u00e3o e coordenador de monitoria. Ele contou que trabalhou como monitor nos \u00faltimos tr\u00eas anos de Festival, organizando salas. Para Davi, o trabalho em equipe \u00e9 fundamental para o crescimento de um projeto.<br>\u201cSer monitor \u00e9 como acolher e receber \u00e0 mesa para que todos se sintam bem recebidos. \u00c9 entregar o festival na sua parte educadora e cient\u00edfica de forma agrad\u00e1vel. \u00c9 dizer para o profissional convidado e seus participantes que eles est\u00e3o e ser\u00e3o assistidos. Acredito que \u00e9 na troca de saberes que desenvolvemos o compromisso com o conhecimento e a vida das pessoas\u201d, disse o m\u00fasico, que tamb\u00e9m revelou que sentiu medo de assumir a fun\u00e7\u00e3o no in\u00edcio, mas foi o compromisso com o conhecimento e a vida das pessoas que o motivou a continuar.<br><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSenti medo no in\u00edcio, mas tinha que desenvolver bem essa fun\u00e7\u00e3o que me foi confiada, e fazer com que todos fizessem um bom trabalho e entregasse sua parte do festival. Aprendi nessa experi\u00eancia que por mais temeroso e dif\u00edcil que pare\u00e7a ser um novo trabalho e uma nova din\u00e2mica na vida, \u00e9 poss\u00edvel realizar com foco no objetivo desempenhando um bom trabalho e construindo uma boa equipe\u201d, concluiu.<br>Manuela Callou, professora de Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas e coordenadora do Bureau de Comunica\u00e7\u00e3o, parceiro do evento, era respons\u00e1vel por revisar os materiais de texto de divulga\u00e7\u00e3o do festival que chegavam para ela. A professora acredita que o trabalho de comunica\u00e7\u00e3o foi fundamental para atingir a repercuss\u00e3o do evento na m\u00eddia.<br>&#8220;O Bureau de Comunica\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s do trabalho, comprometimento desenvolvido por n\u00f3s, com a coordena\u00e7\u00e3o de campo de Keka Rabelo e pelos estudantes Jamerson Soares e S\u00e9rvio T\u00falio, foram fundamentais para atingir a repercuss\u00e3o na m\u00eddia sobre o Festival, fortalecendo a mem\u00f3ria desse evento hist\u00f3rico e valorizando a cultura de Penedo e de todas as atra\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que estiveram presentes&#8221;, disse Manuela Callou.<br>Diversas mat\u00e9rias e releases foram feitos por meio do Projeto de Extens\u00e3o Bureau de Comunica\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria com o resultado de mais \u00a0de 300 espacos de midia em \u00a0TVs, sites, blogs, jornais e impressos conquistados atrav\u00e9s de articula\u00e7\u00e3o de m\u00eddia espont\u00e2nea. <\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A edi\u00e7\u00e3o 2022 do Festival de M\u00fasica de Penedo movimentou a economia da cidade, quebrou barreiras geogr\u00e1ficas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":19245,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[60],"tags":[],"class_list":["post-19244","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-capa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19244","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19244"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19244\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19246,"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19244\/revisions\/19246"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19245"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19244"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19244"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/4cantosalagoas.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}