Apesar de críticas a Temer, Renan Calheiros é confirmado na liderança do PMDB no Senado
por Com EBC e assessorias - publicado em 31/05/2017 às 06:05

Fotos: Arquivo Agência Brasil

Renan fica

Após reunião de quase duas horas de duração, na tarde desta terça-feira(30) , a bancada do PMDB decidiu manter Renan Calheiros na liderança do partido no Senado.


Apesar das críticas

Crítico ferrenho do presidente Michel Temer, principalmente em relação as reformas trabalhista e previdenciária, Renan é encarado como uma perigosa ameaça à gestão do presidente, no mesmo momento em que “pipocam” denúncias e se intensificavam investigações sobre Temer e aliados em supostos esquemas de corrupção. Até agora quatro ex-assessores do presidente já deixaram seus cargos no Planalto.


“Na conversa”

Um dos participantes da reunião, senador Hélio José (PMDB-DF) informou não houve proposta de votação para permanência ou não de Renan na liderança do partido. Segundo o parlamentar de Brasília a questão foi resolvida “na conversa”.


“Passando a bola”

Na reunião ficou resolvido que Renan não mais encaminhará o voto da bancada em votações consideradas polêmicas, como ,por exemplo, as referentes as reformas trabalhista e  previdenciária. Nessas ocasiões  Calheiros deve “passar a bola” para os vice-líderes  da bancada no Senado. "Houve um consenso para que o Renan se manifeste em nome dele e, em seguida, os vice-líderes se manifestem". disse  Raimundo Lira.(PMDB-PB)

 

Réu Confesso

Citado  em "importantes  delações" (de Joesley Batista, Marcelo Odebrecht e Eike Batista)  como comandante de   "esquemas de propinas”,  o ex-ministro Guido Mantega, cada vez mais acuado pelas investigações da operação Lava Jato, confessou ser dono de uma conta de US$ 600 mil , não declarada, no exterior.



Herdando e sonegando

Segundo a defesa do ex-ministro a conta foi aberta antes de o petista assumir o comando do Ministério da Fazenda e o valor refere-se ao pagamento recebido pela venda de um imóvel herdado do pai.


"Raposa no galinheiro"

 

A Receita Federal, órgão que fiscaliza crimes de sonegação e evasão de divisas é subordinada ao Ministério da Fazenda,  justamente a pasta comandada por Mantega , nas  gestões petistas de Lula e Dilma. 

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